sexta-feira, maio 22, 2009

Playboy portuguesa

É oficial, começamos a ficar sem mulheres famosas para posar nuas na edição portuguesa da Playboy: a Ana Malhoa foi convidada.

A próxima será a Manuela Moura Guedes. Os editores prometem o uso intensivo do photoshop.

quarta-feira, maio 13, 2009

"Num tem buquinha pra falare?"

Às 20h00 chego a casa e estaciono na rua. Tudo normal. Às 20h30 saio de casa e vejo senhoras a enfeitar a estrada de flores. Vejo se tenho espaço para a manobra, entro no carro e ligo-o. O carro é a gasóleo e barulhento, mas ouço qualquer coisa do lado direito. Abro o vidro e ouço o demónio em corpo de mulher, a mardar vir:
- Num tem buquinha pra falare?
- Num tem buquinha pra falare?
- Num tem buquinha pra falare?
Ao que eu digo:
- Desculpe?
Falei outra língua, claramente. Educação não é língua que se fale na rua. A "coisa" esbafurida continuou a soltar palavras mas "foi arrumar os sacos" porque se não "eu não cunseguia passare".
Passei, bazei, suspirei. O que se passava eram as preparações para a procissão de velas, véspera de 13 de maio e tal.
Hoje diz o bispo:
"A peregrinação não é uma varinha mágica que soluciona todos os problemas."
Ó sr bispo! Anda a dar a missa mal dada! É que o people tá à espera que a procissão pague a tv-cabo!

sexta-feira, maio 01, 2009

Lost, zombies e a doença da homossexualidade

Gosto de Lost, detesto zombies.
Não gosto dos mortos vivos porque só morrem quando o realizador quer. Se o realizador não quiser, o actor principal bem tenta mas o zombie nunca morre. Pode desfazê-lo em pedaços, espetar-lhe com o limpa cinzas da lareira, tiros de caçadeira, corta-relvas, tudo! O zombie pode ser uma poça de sangue, mas será uma uma poça de sangue que se mexe, sobe paredes, e aperta o pescoço da atriz principal que está em cuecas e de cabelo molhado e tem as pernas bronzeadas.
A série lost não tem zombies, mas só morre quem o realizador quer. É triste. Como cada episódio é feito por realizadores diferentes, um deles pode matar um personagem que o outro arranja um templo, um shaman, ou uma desculpa qualquer para recuscitá-lo.

Ah, e na ilha não há panilas! A ilha cura tudo...